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Amanda Fernandes

[SPP] Beselha da turma 14
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Tudo postado por Amanda Fernandes

  1. Hello! 1. Sou advogada há 11 anos (tô véia). Sou especialista em direito médico e odontológico; desde sempre atuei com médicos e dentistas. Só atuo como advogada excepcionalmente, hoje não tenho mais tempo e muito menos disposição. 2. Já desisti. Nesses anos todos atuando perdi realmente o tesão na coisa. Sabe que ganhei uma causa no meu primeiro ano como advogada e até hoje não recebi? Pois é. Famoso "ganhei e não levei". Não penso em retornar, pelo menos não para o contencioso. Ao me envolver na área da saúde tão diretamente acabei criando outro negócio: uma empresa de cursos para médicos (de médicos para médicos - alto ticket, práticos e até com cadaveres). Além disso, também administro uma clínica médica. Uso muito tudo que aprendi na faculdade e nesses anos de trabalho, mas advogar só se valer muito a pena ou para mim. Dentro da minha empresa, acabo prestando consultoria para os alunos trazendo o viés jurídico e também de comunicação (desde que fiz o Superpoder minha mente realmente abriu pra muitas oportunidades). Estou criando novos produtos nesse sentido. 3. No último ano consegui o marco de bater 1M de faturamento com cursos presenciais usando apenas o Instagram como canal de venda, sem conseguir aplicar tudo o que deveria. Meu desafio, agora, é sair totalmente do direito e enfiar a cabeça nos estudos - tenho certeza se acertarmos de vez na produção do conteúdo, cresceremos ainda mais, além de estruturar a empresa (tenho insights em todas as aulas com o Paulo, graçasadeus!).
  2. Sugestão prática eu não tenho, não. Mas se você conseguir um tempinho, seria legal dar uma olhada no site da Thais Godinho (no insta @vidaorganizada e site vidaorganizada.com), ela ajuda muito nessa questão de organização, vida calma, mente tranquila. É bem legal.
  3. Uma vez perguntei para o Paulo numa live se com as mudanças do Instagram todos nós teríamos que nos adaptar a era do vídeo. A resposta dele naquele momento vem corroborar esse post. Eu estava preocupada com as mudanças, pois não tenho uma pessoa que dê a cara nas redes. A humanização é 100% no background e no jeito de comunicar. Se eu tivesse que fazer vídeo só pensando na entrega e no algoritmo, talvez tivesse problemas para seguir. Hoje eu entendo melhor o meu negócio e o que consigo extrair do Instagram, sem me desesperar com as novas tendências. Entendi que o Instagram entrega de acordo com a qualidade daquilo que eu faço. Se eu insistir no que não dá certo, nem rezando vai... É mais responsabilidade minha do que dele. E, com um plus, se o meu offline não funciona, não há santo que faça o meu online decolar. As coisas meio que andam juntas. Acho que quem reclama muito do Instagram e qualquer outra rede, de modo geral, é porque é resistente às mudanças e prefere culpar o outro à trabalhar a autorresponsabilidade. Pra vocês terem uma ideia, eu tenho uma empresa de cursos presenciais. Alto ticket. Talvez a gente migre para alguns infoprodutos para escalonar, mas não é nossa meta a curto prazo, apesar de estar no radar. Não tenho um expert humanizando o perfil. Fizemos poucos reels: o que temos, mostra um pouco a dinâmica dos cursos. Você vai me dizer: tá fazendo errado. Eu digo: posso e quero melhorar, mas fecho toda turma que abro e muitos cursos vendo vaga sem nem precisar divulgar. Então, não, acho que não preciso sair correndo pro TikTok. O segredo, acho, também, é não ter pressa. Nosso perfil é pequeno, 2.6k, mas extremamente qualificado. Poucas vezes uso tráfego, porque o orgânico, on e offline, funcionam bem. Reels é legal, mas não é obrigação. Na real, pra mim, a discussão deveria ser muito mais sobre a construção de uma base e comunicação sólida, do que qual plataforma usar.
  4. Compreendo o que você diz. Ainda não sinto que esse tipo de pesquisa traga desenho/conhecimento de persona. Para que esse público esteja lá e engajando, você provavelmente já tem alguma base de comunicação e sabe as dores - ou alguma dor, alguma coisa coisa está dando certo. Entendo que isso vai refinar e trazer outras informações para quem já está há algum tempo trabalhando o perfil, já tem uma ideia de quem é o público-alvo e tem acertado em alguma coisa na comunicação. E para isso sim, acredito que possa ser “infalível”. Não é para qualquer perfil e qualquer momento. Mas, é minha opinião leiga, de quem vê de fora e usou outra metodologia. Se está dando certo, maravilha. Eu, por exemplo, comecei a trabalhar as bases do meu negócio, branding, entender onde eu queria chegar, nicho etc. e a partir daí fiz estratégias, no acerto e erro. Se eu dependesse do meu público (que é exigente, tem um perfil diferente) me dar informação, não ia pra frente. Hoje eu consigo aplicar pesquisas pq já tenho uma comunicação desenhada. No começo, nem pensar. O perfil do Instagram não bomba, mas vendo bem curso de alto de ticket. Enfim! Experiências diferentes.
  5. Acho interessante, mas me parece que o nível de consciência e engajamento do seu público tem que estar bem alto. Eu, por exemplo, já pularia os stories no segundo passo, a não ser que eu já tivesse interesse pela pessoa / serviço / produto... Tem dado certo?
  6. Estou fazendo o curso ( entrando em desespero com calma), do pessoal do Copy Que Pariu (@copyquepariu). Gosto muito da abordagem deles no Instagram e as aulas estão sendo bem interessantes. Tem o ebook também, bem completo.
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